quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Cabeça Pesada. Cheia de Nada. Asneiras.

Tantas coisas da memória
queria apagar
Tantas lembranças
queria esquecer

Muita coisa não queria
e gostaria de viver
o que não quis vivi, claro!

Para que lembrar afinal?
Por que sofrer em pensamento,
já que não se pode mudar o passado
e, juro, ninguém se lembra do feito?

Só você! Eu, no caso.
Minha exclusiva memória
Singular...

É não infantil
pensar no que poderia ter sido
- O sido se foi. Já era!
Escafedeu-se. So late, sugar!

Corpo cansado, mente também
Não cansada para lembrar (e sim de.)
e escrever poesia.

Betina, a garota da torneira de asneiras que saía da cabeça.