Por estímulo de um amigo iniciei um pensamento sobre a inteligência e a sabedoria humana e, o que as pessoas gostam ou não de ver, ouvir e, eventualmente, ler, entre outras coisas. Além dos porquês dos gostos.
No começo eu imaginei que coisas criadas para vender, obviamente, não teriam qualidade. Qualquer coisa feita às pressas não é nem um pouco inteligênte e muito menos sábia e, só serve para chamar ou prender a atenção e, parcialmente, divertir.
Sim, isto pode ser uma verdade. Apenas uma delas. Pensemos em livros ou filmes. Levam um bocado de tempo para serem acabados, porém, veja que irônico, também são produzidos para vender. Podem ser divertidos ou engraçados. Tudo bem, mas quem disse que eles serão "verdadeiros" em todas as épocas como os clássicos?
Aliás, música clássica é um bom exemplo de coisas esquecidas. Não é necessário ler uma partitura para saber que alguma música é bonita ou boa, independente de complexibilidade. De ouvir podemos saber o que é bom ou não... Então, por que tanta impopularidade?
Na verdade estava justamente pensando em música clássica e no porque da sua falta de crédito. Talvez eu tenha chegado a uma conclusão.
Pessoas são influenciadas de todas as formas e estão vulneráveis a isso. Pior: gostam de coisas qye tocam muito por aí a fora. Não é necessário buscar. Não dá trabalho... É a lei do mínimo esforço. É só tocas 50 vezes na rádio e pronto, é pop!
Não só na música. Livros, filmes, padrões... Tudo! Está na televisão está na boca do povo e todo mundo acredita, reverencia, adora... Uma festa... Um verdadeiro bacanal! Ninguém quer mais pensar ou se dar ao trabalho de escolher. É a demência coletiva.
Betina, a clássica.